Pedido foi feito pela Polícia Civil depois que diversas vítimas procuraram a delegacia denunciando prejuízos. Algumas vítimas denunciaram prejuízos de até R$ 30 mil. Vítimas registraram boletim de ocorrência na Polícia Civil
TV Anhanguera/Divulgação
Uma empresa de turismo de Palmas teve o funcionamento suspenso pela Justiça suspeita de vender pacotes de viagens e não emitir passagens ou reservar os hotéis. O caso é investigado pela Polícia Civil depois que diversas vítimas procuraram a delegacia para denunciar.
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O mandado de suspensão de atividade econômica contra a agência de viagens e o proprietário foi emitido pela 1ª Vara Criminal de Palmas, após pedido do delegado que investiga o caso.
A ordem judicial foi cumprida na manhã desta terça-feira (3) pelos agentes da 2ª Delegacia de Polícia de Palmas. O g1 não conseguiu contato com GM Turismo e o empresário Gleber Miler Silva Rocha Ferreira.
Segundo a polícia, todas as vítimas disseram ter comprado pacotes de viagem da empresa e, muitas vezes apenas no dia da viagem, descobriram que as passagens aéreas não foram compradas e os hotéis não foram reservados pela agência de viagens.
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“Ao menos desde o ano de 2019 o agente de viagens estaria, em tese, praticando esses atos delituosos, que excedem o mero desacordo comercial e mais se assemelham à prática do crime de estelionato”, disse o delegado Gregory Almeida.
Em um dos casos, uma bióloga de Palmas comprou um pacote para a família com quase um ano de antecedência e nas vésperas da viagem descobriu que as passagens não tinham validade. O prejuízo chegou aos R$ 30 mil.
O pedido de suspensão da atividade econômica foi deferido pela Justiça com anuência do Ministério Público.
Na prática, a empresa e seu proprietário não podem mais vender novos pacotes de viagem e ficam limitados a cumprir apenas aqueles acordos que estão em andamento dos clientes que já pagaram por viagens e hospedagens. As investigações continuam.
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Fonte: G1 Tocantins



